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Horizontal Drop Down Menus - Parte 3
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CNEC - Campanha Nacional
de Escolas da Comunidade
A CNEC
surgiu em 29 de julho de 1943 no Recife, Pernambuco, do ideal
de um grupo de estudantes universitários, liderados
por Felipe Tiago Gomes.
Naquela época, constatando ser a escola privilégio
dos ricos, este grupo universitário resolveu oferecer
ensino gratuito aos pobres, fundando assim a primeira unidade
do sistema, o Ginásio Castro Alves. Os alunos sedentos
do saber recebiam os ensinamentos de mestres voluntários
que dividiam o que sabiam com quem tinha vontade de aprender.
O sonho desse grupo de jovens tornou-se em bandeira de luta
cívica pela democratização do ensino
no país e transformou-se numa verdadeira cruzada nacional
em favor do ensino gratuito, abrindo espaço para as
comunidades pobres terem acesso ao saber; como dever de cidadania
e de fraternidade cristã.
O empenho dos estudantes universitários na divulgação
deste ideal se propagou pelo país, conquistando fortes
adesões praticamente em todos os estados brasileiros.
Assim, o líder Felipe Tiago Gomes criou uma sociedade
educacional, sem fins lucrativos, denominada Campanha do Ginasiano
Pobre, com a finalidade de abrigar os pedidos de ajuda e orientação
para a criação de outras unidades nestes moldes.
Posteriormente, a entidade passou a ser denominada de Campanha
dos Educandários Gratuitos, Campanha Nacional de Educandários
Gratuitos e, atualmente, Campanha Nacional de Escolas da Comunidade
– CNEC.
Nos dias de hoje, atuando desde o Maternal até o Ensino
Superior, a CNEC
tem 20 faculdades, 77 cursos superiores, 264 escolas, 15.649
universitários, 103.800 alunos de Educação
Básica e orgulha-se de estar atuando em 21 Estados.
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Hino Cenecista
Tu que tens mais riso e menos pranto.
Tu que tens mais paz e menos luta.
Fica em silêncio um minuto só;
Pára e escuta:
“Como a luz que da Escola irradia.
E afugenta da treva o pavor.
Há de o povo lutar e vencer
Sem temor! Sem temor!”
Estribilho
Amigo, avante!
Na falange Cenecista
Ocupa o teu lugar Pelo Brasil,
Com fervor de idealista: Trabalhar!
Trabalhar!
Tu que tens mais riso e menos pranto.
Tu que tens mais paz e menos luta.
Fica em silêncio um só minuto;
Pára e escuta:
“Uma escola aberta em qualquer parte,
Com as sobras do teu riso, de teus cantos,
Há de transformar teu gesto em luz
Para tantos! Para tantos!”
Letra: Dulce
de Oliveira Vermelho
Música:
Juca Chagas
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